Com sua voz grave e sua versatilidade na hora de compor suas músicas, Amy Winehouse influencia até hoje no rhythm and blues e suas vertentes.
Amy nasceu em Londres, no dia 14 de setembro de 1983, e cresceu no meio da música, principalmente do jazz.
Aos 10 anos, Amy criou uma banda de rap chamada “Sweet ‘n’ Sour”, mas não passou disso, pois foi algo de brincadeira. Após um tempo, começou a tocar a guitarra de seu irmão.
Em 1997, após uma audição para o colégio Sylvia Young Theatre School, os avaliadores se surpreenderam com sua habilidade vocal e lhe deram uma bolsa de estudos. No entanto, após um ano, Amy foi expulsa por indisciplina, pois não se dedicava a aprender.
Já na sua adolescência, ela passou a usar substâncias psicoativas.
Em 2003, Amy lançou seu primeiro álbum, “Frank”, com músicas como “Stronger Than Me”, que foi bem recebida pelo público.
Seu segundo álbum foi lançado em 2006, com o nome de “Back to Black”, com músicas como a faixa-título “Back to Black” e “Rehab”, que alavancaram sua carreira. Após o single “Rehab” se tornar destaque internacional, iniciou-se uma carreira brilhante. No entanto, esse sucesso não chegou em uma fase boa na vida pessoal de Amy, que vinha sofrendo com problemas com álcool e drogas, transtornos e também com problemas de relacionamento com Blake Fielder-Civil, o que abalou seu emocional, fazendo com que ela se afastasse dos palcos. Em 2011, até tentou voltar aos palcos, com uma turnê marcada por situações polêmicas, chegando a ser vaiada pelo público após apresentar dificuldades em interpretar as canções, o que fez com que ela cancelasse os próximos shows.
Mas, após algum tempo, o mundo perdeu a grande voz da indústria musical no dia 23 de julho de 2011, após ser encontrada sem vida em casa, por intoxicação alcoólica.
Apesar de sua breve carreira, Amy deixou um grande impacto com sua voz, composições e estilo, que influenciam até hoje, se destacando também pelo seu ecletismo na música.
Fonte: Flávia Veloso